
Troquei a CLT pelo Extremo Black. Com mentalidade de empresário e processos, saí da desorganização, estruturei meu negócio e conquistei liberdade de tempo.
Vim de uma educação tradicional que me ensinou que eu precisava trabalhar para ter um bom emprego. Eu não fui treinado para ter, estruturar ou gerir um negócio. Conheci o Thiago na Copa de 2022 por um anúncio do Conversão Extrema e, no ano seguinte, fui ao evento presencial em São Paulo e decidi entrar no Extremo Black.
Se eu olhasse apenas pelo lado financeiro, aquele não era o momento de entrar. Eu tinha apenas dois ou três clientes como gestor de tráfego e um faturamento baixíssimo, de R$ 2.000,00. Mas eu estava decidido a fazer minha transição de carreira, sair da CLT e investir no meu negócio. Usei recursos próprios e foi a melhor decisão que tomei.
O Extremo Black construiu minha visão de empresário. Eu saí daquela fase de freelancer desorganizado e sem perspectiva para montar uma empresa com processos, estrutura de captação e previsibilidade de caixa. Hoje, meu faturamento médio saltou de R$ 2 mil para R$ 13 mil, com recorde de R$ 16 mil, superando o que eu ganhava na CLT!
Mas o que mais valeu a pena foi a liberdade de escolha. Hoje eu trabalho muito mais, mas tenho a flexibilidade de tomar minhas decisões e almoçar todos os dias com a minha esposa — algo que eu não conseguia fazer antes. Estar nessa comunidade, sentado nas mesas certas com empresários que pensam como você e que torcem pelo seu crescimento, mantém a nossa chama sempre acesa.
Para quem está chegando agora no meu quarto ciclo do programa, eu garanto: você tomou a decisão certa. Isso aqui não é só uma mentoria, é um universo de evolução. Depois que a gente se dá as mãos aqui dentro, ninguém solta mais!


