Vencemos o medo, saímos de uma sala pequena e vimos nosso faturamento saltar de R$ 20 mil para mais de R$ 50 mil mensais com o poder da ambiência do Black.
Se hoje nós nos consideramos empresários de verdade, é por causa deste programa. Conhecemos o Thiago através da igreja, entramos no Conversão Extrema e logo vimos que precisávamos ir além. Quando surgiu a oportunidade de entrar no Black, confesso que olhamos para o caixa e ficamos receosos. Mas nossas esposas enxergaram além daquele momento, acreditaram no potencial do que poderíamos construir e nós tomamos a decisão. Hoje, temos a certeza de que existe um antes e um depois do programa na nossa agência.
O Black trouxe muito conteúdo e informação, mas, acima de tudo, nos trouxe proximidade com outros empresários. A ambiência muda completamente a forma de pensar e agir. Você cresce nem que seja por osmose, porque todo mundo ao seu redor está crescendo. Além disso, estar em comunidade faz você perceber que os seus desafios como dono de negócio não acontecem apenas com você; a troca de experiências economiza tempo e evita erros.
Uma frase que nos marcou muito aqui dentro foi a de que ‘somos como uma moeda de ouro no fundo do mar: só nós sabemos o nosso valor, mas ninguém consegue enxergá-lo se não estivermos visíveis’. O programa nos ajudou a vencer o medo, sair do anonimato e entender que o crescimento depende de exposição e posicionamento. Com isso, saímos de uma sala pequena para uma estrutura muito maior, construímos equipe e ampliamos a operação.
Os resultados financeiros acompanharam essa evolução: no Conversão Extrema nós faturávamos em torno de R$ 20 mil. Com o avanço dentro do Black e, posteriormente, no Mastermind, nós ultrapassamos os R$ 50 mil de faturamento mensal, com uma estrutura sólida e equipe robusta.
No final das contas, o que mais nos motiva é a família. Tivemos uma filha que nasceu durante essa jornada no programa e ela se tornou o combustível para buscarmos mais conforto e liberdade. Estar nas mesas certas nos deu acesso ao ecossistema que precisávamos para nunca parar de evoluir.


