“Tivemos 7 RENOVAÇÕES em NOVEMBRO… Mesmo em meio ao CAOS.”
— Alana Fischer
A virada veio no mês em que tudo parecia dar errado.
Pouco depois de sair de um encontro presencial cheia de ideias e planos, o corpo pediu parada. Febre, dores, falta de ar. O diagnóstico forçou o que ela não queria aceitar: parar. Quase duas semanas longe do ritmo normal, tentando responder clientes como dava, lutando para manter tudo de pé.
Foi nesse cenário que o baque veio. Os maiores contratos da agência pediram cancelamento.
Choro, medo, insegurança. Mas também fé. Em vez de se fechar, ela fez o que antes parecia difícil: pediu ajuda. Se expôs. Ouviu. Aplicou. Ajustou propostas. Respirou fundo e foi para as reuniões.
E ali, algo mudou.
As conversas que pareciam perdidas se transformaram em acordos. Renovações começaram a acontecer. Uma após a outra. Mesmo no meio do caos, ela reconstruiu pontes e fortaleceu relações que sustentam o negócio.
A agência seguiu em movimento. Não por ausência de problemas — mas por maturidade, apoio e decisão. A mesa certa mostrou que crescimento não é sobre nunca cair, é sobre não cair sozinha.
Hoje, a trajetória dela carrega constância, enfrentamento e construção real. Um caminho feito de ajustes, comunidade e escolhas firmes, mesmo quando o cenário tenta puxar para trás.
E ela sabe: quando a base é forte, até os meses mais difíceis viram prova de evolução.




