“Saí de um faturamento médio de R$7.000 por mês para ultrapassar R$85.000 ainda em novembro.”
— Gustavo Honorato Maia
Tudo começou a fazer sentido para Gustavo quando naquele mês passou dos R$30 mil.
Antes disso, a Honorato Wood tinha alma, mas ainda buscava direção. O negócio nasceu em meio ao caos da pandemia, como um respiro em um momento pesado. A criação artesanal era refúgio, propósito e expressão. Cada peça carregava história. Cada venda tinha significado.
O projeto cresceu, virou negócio, mas a sensação era clara: existia potencial, faltava clareza. A operação estava viva, os pedidos aconteciam, mas não havia previsibilidade, estratégia nem escala definida.
A virada veio no momento em que ele decidiu apostar mais alto do que o conforto permitia. Mesmo sem ter todas as respostas — e nem o valor disponível — ele escolheu confiar. Ligou para a esposa, compartilhou o risco, ouviu o apoio e seguiu.
A partir dali, o jogo mudou.
Com método, ambiente e direcionamento, os números começaram a subir em ondas. Um mês melhor que o outro. Ajustes, decisões rápidas, execução diária. O que antes era artesanal apenas no fazer, passou a ser estratégico no crescer.
Os resultados deixaram de ser pontuais e começaram a mostrar consistência. Um produto físico, personalizado, com propósito — crescendo sem perder a essência.
Hoje, a Honorato Wood não é apenas um e-commerce. É uma marca com visão de futuro, construída por decisões firmes, apoio da comunidade e a certeza de que crescimento e significado podem caminhar juntos.
E para ele, isso é só o começo.





