
Joji Aso — R$ 4 milhões com e-commerce de mangás, crescimento de 13%
“Tenho 67 anos e tô aqui, trabalhando 150% do tempo.” Porque nunca é tarde pra crescer, transformar e sonhar de novo.

“Tenho 67 anos e tô aqui, trabalhando 150% do tempo.” Porque nunca é tarde pra crescer, transformar e sonhar de novo.

“Eu estava em transição da eugência para uma agência estruturada. Me sentia perdido com contratação, organização de processos e gestão. Estava num momento de muita dúvida e solidão como empresário. E foi aí que o Extremo Black entrou como um divisor de águas.”

“Em 2022 eu olhei praquele palco e falei: ‘Eu vou estar lá. Eu vou mostrar meu resultado.’ E eu estive.”

“Desde que entrei, tudo mudou. Minha mentalidade virou. Meu negócio cresceu. A gente teve um salto de 180% de crescimento. Quatro vezes mais de faturamento.”

“Eu podia continuar no automático, vendendo bem no estúdio, mas decidi construir algo maior. Pela minha filha. Pela minha liberdade. Pela vida que eu quero viver.”

“Eu levei 7 anos pra faturar R$25 mil. Com o Extremo Black, bati R$77 mil em 30 dias.”

“Eu não tinha condições de entrar… Mas o Extremo Black me devolveu a vontade de viver.”

“Antes, meu teto era R$150 mil. Hoje, meu chão é R$300 mil — e foi o Extremo Black que virou esse jogo.”

“Quando assumi o compromisso de entrar no Extremo Black, duas premissas viraram minha bússola: foco e faça o básico bem feito. Foco no que precisa ser feito. Sou responsável pelo meu sucesso.”

“Antes eu fazia tudo sozinho e não saía do lugar… Hoje a gente tá estruturado, com clareza e prontos pra crescer de verdade.”

“Quem eu era antes do Black? Eu não existia. Agora as pessoas me olham.”

“Eu fiquei muito insegura no começo, mas eu sou, assim, executora. Então eu falei: ‘Vou pagar pra ver e vou me comprometer.’

“Eu sempre vivia no modo sobrevivência… agora eu consigo planejar o futuro da minha empresa.”

“É tudo pelo próximo. Pelo legado que a gente tá construindo com nosso trabalho.”

“Tudo que eu sabia parecia não servir mais. Eu quebrei. Mas estava disposta.”

“Ficamos de fevereiro a setembro tentando vender 10 espelhos. Em 30 dias, batemos 56 mil. A virada veio quando criei minha primeira campanha online.”

“Quase fechei as portas, mas um anúncio mudou tudo. Em 1 ano, saí de R$100 mil para R$3 milhões em faturamento.”

“10 milhões nada. É 100 milhões.” — disse a filha de 7 anos. Porque ela acredita nos pais. E eles acreditam nela.